domingo, 2 de dezembro de 2007

Abolido resto medieval, a calma abandonou Claraval


Claraval (MG) tem 4.500 habitantes que, até há pouco, desfrutavam algo da tranqüilidade da Idade Média. Casas, chácaras e outras terrenos pertenciam ao Mosteiro de Nossa Senhora do Divino Espírito Santo. O que corresponde ao imposto territorial (IPTU) era pago com um dia de trabalho — cerca de R$ 20,00 — dedicado à Abadia Territorial de Claraval.

Em 1869, o casal Francisco Garcia Lopes e Maria Rita do Espírito Santo doou 40 alqueires para a Capela do Divino Espírito Santo das Canoas, e em 1948 a área passou para o regime de enfiteuse — sistema típico da era medieval.

O novo Código Civil, contudo, extinguiu tal sistema. Agora, aos sábados, uma advogada tenta resolver litígios na praça central. A prefeitura acusa o bispo de ganancioso, por tentar vender os lotes, e a diocese qualifica a prefeitura de eleitoreira. Extinguiu-se assim esse vestígio de calma medieval, e os pesadelos modernos passaram a infernizar a vida dos habitantes do município.

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Um comentário:

Sforza disse...

10 esse blog! lindas fotos, principalmentea da capela. vou voltar...

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