domingo, 4 de maio de 2008

Literatura medieval: a luz da verdade com um sorriso encantador

A era medieval foi pródiga em contos e lendas. Nisto não foi, aliás, nem a primeira nem a última. Persas, chineses, gregos e romanos, para citar só eles, criaram admiráveis narrações míticas ou literárias.

Na Renascença multiplicaram-se os poetas, de moral aliás dúbia ou escandalosa. Os séculos XVII e XVIII viram muitos romances mais bem libertinos. O século XIX encheu-se de literatos exímios mas céticos ou ateus.

Mas a Idade Média teve um talento peculiar para encantar e ensinar. Para mostrar as realidades mais concretas da terra e ligá-las com as mais altas sublimidades do Céu.

Nos contos e lendas medievais, a força e a delicadeza, a rudeza e o requinte, o vigor e a doçura, o terra-terra e o sobrenatural, a natureza e a Fé, o humano e o divino, se encontravam harmonicamente, cada um no seu lugar.

Essas narrações apresentavam verdades profundamente racionais por vezes sob os invólucros de uma admirável fantasia. Por isso, seus ensinamentos traziam uma ordem e uma paz que inebria e conquista as almas.

Veja-se, por exemplo, esta história do senhor feudal criminoso, o ermitão piedoso e um misterioso barrilzinho...

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