segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O encanto medieval dos mercadinhos de Natal

Feira de Natal, Frankfurt
Longe da banalidade comercial de hoje, o sorriso sobrenatural do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo enchia de alegria suave e de aconchego as praças de cidades e aldeias, de palácios e choupanas da Idade Média.

A tradição, embora deformada, pervive até hoje.

Trata-se das feiras de Natal que ainda dominam em cidades alemãs, austríacas, alsacianas, etc., na Europa.

Elas constituem um eco saudoso, requintado em épocas posteriores, do Natal medieval.

Cheiro de ervas, amêndoas torradas, vinho, cravo, canela, incenso e resina de pinheiro.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Por que o Natal aparece tão ligado à Idade Média?


Por que as alegrias e o imponderável sobrenatural do Natal aparecem ligados à Idade Média?

A cidadinha de Siegburg, oeste da Alemanha, parece ter o segredo da resposta. Ela revive a tradição da Idade Média abrindo mão do conforto da modernidade.

Mercado ao ar livre, tendas cobertas com tecidos e iluminadas pela luz das velas, Siegburg atrai mais de meio milhão de turistas, curiosos ou apaixonados à cidadinha de 42 mil habitantes.

Na praça central, artesãos, comerciantes e artistas trabalham segundo os costumes da era em quer o Evangelho penetrava todas as instituições.

Estudosos e simpatizantes do estilo de vida medieval acodem de todas as partes do país.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Igreja Católica: alma do Natal

O Natal é comemorado em toda a face da Terra.

Mas, cada povo o comemora a seu próprio modo.

Por quê?

A Igreja Católica, vivendo na alma de povos diferentes, produz maravilhosas e diversas harmonias. Ela é inesgotável em frutos de perfeição e santidade.

Ela é como o sol quando transpõe vidros de cores diferentes. Quando penetra num vitral vermelho, acende um rubi; num fragmento de vitral verde, faz fulgurar uma esmeralda!

O gênio da Igreja passando pelos povos alemães produz algo único; passando pelo povo espanhol faz uma outra coisa inconfundível e admirável, e depois mais aquilo e aquilo outro num outro povo, num outro continente, numa outra raça.