segunda-feira, 21 de abril de 2014

Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé

Castelo de Chaumont
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




O historiador Rodney Stark colocou o problema: na História houve apenas uma civilização que saiu do nada, para acabar sendo hegemônica: a ocidental.

Existiram, sem dúvida, outras grandes civilizações: chinesa, egípcia, caldéia, indiana, etc.

Elas todas se iniciaram num alto nível, ficaram porém estagnadas e decaíram lenta mas irreversivelmente ao longo dos milênios.

Por que não cresceram como a ocidental e cristã?

Stark indica como causa dessa diferença capital entre a civilização cristã e as outras o papel desempenhado pela Igreja Católica.

As religiões pagãs, diz ele, originaram-se de lendas fantásticas impostas sem explicação.

Só a Religião católica convida os fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé.

Já no século II Tertuliano ensinava que “Deus, o Criador de todas as coisas, nada fez que não fosse pensado, disposto e ordenado pela razão”.

Clemente de Alexandria, no século III, insistia: “Não julgueis que o que nós dissemos deve ser aceito só pela fé, mas deve ser acreditado pela razão”. Santo Agostinho consagrou tal ensinamento, e Santo Tomás, com suas Summas, levou-o a um píncaro.

Índia: pagãos despejam leite, especiarias e moedas sobre ídolo

Além do mais, os mitos abstrusos do paganismo degradam seus próprios seguidores.

Basta olhar para os pagãos da Índia, que despejam sobre um ídolo leite, especiarias e moedas de ouro de que podem ter necessidade, como se vê na foto.

Os monges medievais aplicaram a lógica racional à vida quotidiana e criaram uma regra de vida.

Surgiram então prédios de uma beleza até então desconhecida; o trabalho foi dignificado e organizado; surgiram escolas de todo tipo; códigos civis e comerciais, leis internacionais, hospitais, fábricas, invenções, remédios eficazes; vinhos e licores, etc. <

A vassalagem do monge em relação ao abade e as relações das abadias entre si inspiraram a organização política feudal.

Uma força de elevação e requinte foi transmitida pela Igreja à sociedade no transcurso de gerações, e ergueu-se assim o mais formidável e esplendoroso edifício civilizador da História.



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