domingo, 2 de abril de 2017

Requintes medievais na arte de ensinar aos alunos

Jovem doutor em leis, do século XV
Jovem doutor em leis, do século XV
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Para os homens da época (medieval), as palavras eram transparentes: havia um prazer muito grande em saborear o sentido etimológico delas.

Os intelectuais de então diziam que o homem é um ser que esquece suas experiências.

Ele consegue resgatá-las através da linguagem .

Assim, a expressão educação era entendida como estando associada à sua raiz etimológica latina: educe, “fazer sair”.

Como o conhecimento já existia inato no indivíduo, restava responder à seguinte pergunta: de que modo o estudante era conduzido da ignorância ao saber?

Como o aluno aprendia?

Essa era a questão básica dos educadores medievais.

Preocupados com a forma da aquisição, os pedagogos de então tiveram uma importante consciência: cabia ao professor “acender uma centelha” no estudante e usar seu ofício para formar e não asfixiar o espírito de seus alunos.

Muito moderna a educação medieval!



(Autor: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo. Home-page: www.ricardocosta.com riccosta@npd.ufes.br. Texto completo em Mania de História).



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