domingo, 3 de dezembro de 2017

A Igreja enxotou os costumes depravados e criminosos

Abadia de Royaumont, França
Abadia de Royaumont, França
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Os padrões de moralidade foram modelados pela Igreja Católica. A moral entre os pagãos atingiu um fundo de poço.

O grande filósofo grego Platão, por exemplo, ensinava a conduta monstruosa de que um doente, ou um incapacitado de trabalhar, devia ser morto.

Na Roma antiga havia 30% a mais de homens do que de mulheres. As meninas e os varões deformados eram simplesmente abandonados.

Os estóicos, seguidores de famosa escola filosófica de Atenas, propugnaram o suicídio para fugir da dor ou de frustrações emocionais. Algo parecido com as formas mais extremas de eutanásia que estão retornando hoje.

Os romanos afundaram tanto na sensualidade, que até perderam o culto da deusa Castidade. As sacerdotisas vestais deviam manter aceso um fogo sagrado, porque eles acreditavam que quando esse fogo fosse extinto viria o fim de Roma.



Deviam ficar virgens sob pena de morte e tinham imensos privilégios. A instituição foi extinta pois ninguém mais queria ficar vestal, função que estava decaída a uma espécie de prostituição radical.

Ovídio, Catulo, Marcial e Suetônio contam que as práticas sexuais do seu tempo eram perversas e até sádicas.

A Igreja restaurou a dignidade da família.
Von Wissenlo, Codex Manesse 299r
Segundo Tácito, no século II uma mulher casta era fenômeno raro.

Enfim, reinavam os torpes vícios em que hoje vai recaindo o mundo neopagão que apostatou da Cristandade.

A Igreja restaurou a dignidade do matrimônio e gerou um fato desconhecido pelos pagãos: suscitou mulheres capazes de tocar suas próprias escolas, conventos, colégios, hospitais e orfanatos.

A Igreja definiu e delimitou a guerra justa. Nem Platão nem Aristóteles fizeram qualquer coisa de comparável.

Em sentido contrário, o espírito moderno antimedieval teve um mestre em Nicolò Machiavello.

Ele postulou que a política é um jogo cínico, onde "a remoção de um peão político, embora envolva cinqüenta mil homens, não é mais perturbadora que a remoção de uma peça de xadrez do tabuleiro" (Thomas Woods p. 211).

Este post está baseado no livro do prof. Thomas Woods (“How the Catholic Church built Western Civilization”, Regnery Publishing, Washington DC, 2005, 280 p.) que teve uma edição no Brasil (“Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”, Quadrante, São Paulo, 2008, 222 p.).




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Um comentário:

Unknown disse...

Excelente artigo, maravilhoso blog!
Obrigado pelo trabalho de conscientização da memória católica.

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