domingo, 10 de junho de 2012

Dignificação do trabalho manual

Disseminou-se que as escolas socialistas do século XIX recuperaram a dignidade do trabalho manual.

Nada mais falso.

No paganismo, os bárbaros viviam da caça e do saque; o trabalho braçal era próprio dos escravos.

Quando o Império Romano ruiu, tornaram-se indispensáveis atividades de sobrevivência, sempre menosprezadas.

E eis que os monges aparecem, ante as multidões miseráveis, como semi-deuses que habitam em admiráveis abadias devotadas ao esplendor do culto.

Após um simples bater do sino descem aos pântanos, desertos ou florestas para abrir roças com seus braços!


Quando os monges deixavam suas celas para cavar valetas e arar campos, "o efeito era mágico. Os homens voltavam para uma nobre porém desprezada tarefa".

São Gregório Magno (590-604) refere-se ao abade Equitius, do século VI, famoso pela sua eloqüência.

Um enviado papal foi procurá-lo e se apresentou no scriptorium onde imaginava encontrá-lo entre os copistas.

Os calígrafos simplesmente disseram: "Ele está lá embaixo no vale, cortando a cerca".




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