domingo, 29 de março de 2015

Os mitos anticatólicos sobre as Cruzadas
não resistem à crítica histórica – 2

Os húsares poloneses de Jan Sobieski cobertos de glória na salvação de Viena usavam uma espécie de asas que imitavam os anjos
Os húsares poloneses de Jan Sobieski cobertos de glória na salvação de Viena
usavam uma espécie de asas que imitavam os anjos


Continuação do post anterior: Os mitos anticatólicos sobre as Cruzadas não resistem à crítica histórica – 1




Segundo mito: “os cristãos ocidentais foram às cruzadas porque sua avareza os motivou a saquear os muçulmanos para ficarem ricos”

“Novamente –explica– não é verdade”.

Alguns historiadores como Fred Cazel explicam que “poucos cruzados tinham suficiente dinheiro para pagar suas obrigações em casa e manter-se decentemente nas cruzadas”.

Desde o começo mesmo, recorda o Dr. Paul F. Crawford, “as considerações financeiras foram importantes no planejamento da cruzada. Os primeiros cruzados venderam muitas de suas posses para financiar suas expedições que geraram uma estendida inflação”.

domingo, 22 de março de 2015

Os mitos anticatólicos sobre as Cruzadas
não resistem à crítica histórica – 1

São Bernardo de Claraval, grande propagador da devoção a Nossa Senhora,  foi incansável pregador das Cruzadas. Vicente Berdus Osorio (1671-1673)
São Bernardo de Claraval, grande propagador da devoção a Nossa Senhora,
foi incansável pregador das Cruzadas. Vicente Berdus Osorio (1671-1673)




O historiador Dr. Paul F. Crawford do Departamento de História e Ciências Políticas da Universidade de Pensilvânia (Estados Unidos), é outro dos especialistas que desmentiram os falsos mitos anticatólicos sobre as Cruzadas.

Seu trabalho apareceu originalmente na edição de primavera da 2011 da Intercollegiate Review, sob o título “Four Myths about the Crusades”, e foi divulgado, entre outros por ACIDigital.

Ele denunciou que com frequência “as cruzada são mostradas como um episódio deploravelmente violento no qual libertinos ocidentais, que não tinham sido provocados, assassinavam e roubavam muçulmanos sofisticados e amantes da paz, deixando padrões de opressão escandalosa que se repetiriam na história subsequente”.

“Em muitos lugares da civilização ocidental atual, esta perspectiva é muito comum e demasiado óbvia para ser rebatida”, prossegue.