domingo, 26 de novembro de 2017

Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais

Castelo de Sully-sur-Loire, França
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O prof. Thomas Woods escreveu:

“Durante os últimos cinquenta anos, virtualmente todos os historiadores da ciência [...] vêm concluindo que a Revolução Científica se deve à Igreja” (p. 4). 

Não é só devido ao ensino, mas pelo fato de a Igreja ter gerado cientistas como o Padre Nicolau Steno, pai da geologia; Padre Atanásio Kircher, pai da egiptologia.

Capa da obra do Prof. T. E. Woods
Padre Giambattista Riccioli, que mediu a velocidade de aceleração da gravidade terrestre;
Padre Roger Boscovich, pai da moderna teoria atômica, etc;

Réginald Grégoire, Léo Moulin e Raymond Oursel mostraram que os monges deram  

ao conjunto da Europa [...] uma rede de fábricas-modelo, centros de criação de gado, centros de escolarização, de fervor espiritual, de arte de viver, [...] de disponibilidade para a ação social — numa palavra, [...] uma civilização avançada emergiu das ondas caóticas da barbárie que os circundava.

Sem dúvida nenhuma, São Bento
foi o Pai da Europa.

Os beneditinos, seus filhos, foram os pais da civilização européia”
(p. 5).


Este post está baseado no livro do prof. Thomas Woods (“How the Catholic Church built Western Civilization”, Regnery Publishing, Washington DC, 2005, 280 p.) que teve uma edição no Brasil (“Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental”, Quadrante, São Paulo, 2008, 222 p.).

O prof. Woods se insere numa vasta e jovem geração de especialistas dos EUA que estão aprofundando com renovando entusiasmo o estudo da Idade Média.

Nesse sentido, só podemos recomendar a obra rica, elaborada segundo o rigor da ciência histórica e abundante em documentação do Dr. Ricardo da Costa, Professor titular do Departamento de Teoria da Arte e Música (DTAM) da UFES.

Para visitar o site do Prof. Ricardo da Costa, CLIQUE NA IMAGEM
O professor da Costa é Correspondente Acadêmico da Reial Acadèmia de Bones Lletres de Barcelona, Membro do Mestrado de Artes (PPGA) da UFES e do Doutorado internacional (à distância) Transferencias Interculturales e Históricas en la Europa Medieval Mediterránea do Institut Superior d'Investigació Cooperativa IVITRA [ISIC-2012-022] da Universitat d’Alacant (UA).

O prof. mantém um site sobre trabalhos da Idade Média que é excepcional a vários títulos.

Um pela qualidade dos trabalhos e outro pela quase unicidade dele, considerada a vetusta animadversão anti-medieval e o atraso em que se encontram no Brasil os estudos sobre a Idade da Luz.

Por isso mesmo recomendamos vivamente o site do Prof. da Costa: www.ricardocosta.com. Basta clicar na imagem acima para acessa-lo.

Vídeo: Destrutores hodiernos do cristianismo, especialmente na União Européia





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domingo, 19 de novembro de 2017

A Igreja não só contribuiu mas fez a civilização ocidental

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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sócio do IPCO,
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O Prof. Thomas Woods conclui: "A Igreja não apenas contribuiu para a civilização ocidental, mas Ela construiu essa civilização" (, How the Catholic Church built Western Civilization, Regnery Publishing Inc., Washington D. C., 2005, p. 219).  

"Pensamento econômico, lei internacional, ciência, vida universitária, caridade, idéias religiosas, arte, moralidade — estes são os verdadeiros fundamentos de uma civilização, e no Ocidente cada um deles emergiu do coração da Igreja Católica" (p. 221).


Woods constata que as escolas revolucionárias, que dizem ser a fonte da civilização, na realidade trabalharam pela sua demolição.

domingo, 12 de novembro de 2017

Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia

Estudo de D. Grosseteste sobre a refração da luz, século XIII
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A primeira metade do século XIV viu o trabalho científico de grandes pensadores. Inspirado em Duns Scot, William de Occam entendia que a filosofia só deveria tratar de temas sobre os quais ela pudesse obter um conhecimento real.

Seus estudos em lógica levaram-no a defender o princípio hoje chamado de Navalha de Occam: se há várias explicações igualmente válidas para um fato, então devemos escolher a mais simples. Isso deveria levar a um declínio em debates infrutíferos e mover a filosofia natural em direção ao que hoje é considerado Ciência.

Nessa altura, acadêmicos como Jean Buridan e Nicole d'Oresme começaram a questionar aspectos da mecânica aristotélica.

Em particular, Buridan desenvolveu a teoria do ímpeto, que explicava o movimento de projéteis e foi o primeiro passo em direção ao moderno conceito de inércia. Buridan antecipou Isaac Newton quando escreveu:

...depois de deixar o braço do arremessador, o projétil seria movido por um ímpeto dado a ele pelo arremessador e continuaria a ser movido enquanto esse ímpeto permanecesse mais forte que a resistência. Esse movimento seria de duração infinita caso não fosse diminuído e corrompido por uma força contrária resistindo a ele, ou por algo inclinando o objeto para um movimento contrário.