domingo, 23 de julho de 2017

A Igreja medieval glorificou a santidade da família,
a caridade, a vida e a Moral

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






As religiões pagãs demonstraram - e demonstram ainda - um espantoso menosprezo pela vida. O prof. Thomas Woods da alguns exemplos no vídeo embaixo.

A Igreja Católica recolocou a santidade da família - fonte da vida -, da vida e da Moral no ponto central rodeado de respeito e veneração.

W. E. H. Lecky, citado por Woods, destaca que nem na prática nem na teoria a caridade ocupou na Antiguidade uma posição comparável à que teve no Cristianismo.

O historiador da medicina Fielding Garrison mostra que antes de Cristo "a atitude face à doença e à desgraça não era de compaixão. O crédito de cuidar dos seres humanos enfermos em grande escala deve ser atribuído à Igreja”.

Os cristãos causavam admiração pela coragem com que atendiam os agonizantes e enterravam os mortos.

Os pagãos abandonavam em ruas e estradas os parentes e melhores amigos doentes, semi-mortos, ou mortos sem enterrar.



Por toda parte, Santos e instituições eclesiásticas trabalharam incessantemente para reverter essa sinistra situação.

O próprio Santo Agostinho deu exemplos eminentes no fim do império romano: fundou uma hospedaria para peregrinos, resgatou escravos, deu roupa aos pobres.

O grande pregador da Corte de Constantinopla, São João Crisóstomo, fundou hospitais na capital do Império de Oriente. São Cipriano e Santo Efrém organizaram os auxílios durante epidemias e fomes.

Os mosteiros masculinos e femininos estiveram na ponta de lança da restauração do valor da vida.

O rei da França São Luís IX dizia que os mosteiros eram o "patrimônio dos pobres".

Eles davam diariamente esmolas aos carentes. Por vezes, míseros seres humanos passavam a vida dependendo da caridade monástica ou episcopal.

Os religiosos também distribuíam alimentos aos pobres em sufrágio da alma de um religioso falecido. Isto era feito durante trinta dias no caso do falecimento de um simples monge, e durante um ano no caso de um abade. E, às vezes, perpetuamente.


Vídeo: A Igreja medieval glorificou a santidade da família, da vida e da Moral





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