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| Feira de Natal, Frankfurt |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
Eles nos afastavam da banalidade comercial que se apropriou da magna festa cristã.
Neles triunfava o sorriso sobrenatural do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo que enchia de alegria suave e de aconchego as praças de cidades e aldeias, de palácios e choupanas da Idade Média.
A tradição, embora deformada, pervive até hoje, mas está ameaçada com sofismas.
Trata-se das feiras de Natal que ainda dominavam em cidades alemãs, austríacas, alsacianas, etc., na Europa.
Elas constituíam um eco saudoso, requintado em épocas posteriores, do Natal medieval.
Cheiro de ervas, amêndoas torradas, vinho, cravo, canela, incenso e resina de pinheiro.
Enfeites natalinos que falavam não ao corpo mas à alma nos faziamm reviver as profundas alegrias da infância.


































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